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| 11/07/2010 |
| Mediando relações dissonantes em Organizações |
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Você já viu alguma organização que não tenha conflitos? Algumas por normas internas buscam mascarar as disputas de poder e objetivos de interesses pessoais. Equipe? Grupos? Harmonia eterna? Qual nada...aidealização de formação de equipes pela paz permanente não existe. Os grupos são formados por pessoas, e não super-homens e super-mulheres. Sentem, pensam, criam, imaginam e planejam suas vidas numa liberdade interna, livre-arbítrio, incontrolável de fora, pois o que corre na subjetividade é muito particular, e sem dúvidas, as decisões são movidas por valores e ética pessoais e sociais desenvolvidos em maior ou menor grau....Quando há gestão de grupos, estes apresentam melhores condições de convivência, se cada membro puder ser olhado, ter visibilidade e consciência da posição e importância no grupo. A mediação que realizo com apoio do socio-psicodrama como forma de intervenção tem foco no grupo como uma rede de relações, promove a qualidade nas relações, previne e resolve. Nas empresas os conflitos aparecem quando nos grupos há pessoas e papéis dissonantes . A que se deve a dificuldade de complementaridade? Complementaridade não é paz eterna, e sim diferenças que se completam, vínculos que se formam pelo exercício dos relacionamentos. Se não houver esta complementaridade há maiores possibilidades de dissonâncias e não formação de rede saudável. Intervenções grupais pela mediação que priorizam o estudo e análise do processo grupal, contribuem para a resolução e prevenção de conflitos. Minha prática tem me feito acreditar cada vez mais nesta forma de trabalho focado no grupo e seu processo. Yvette Datner datner@datner.com.br |
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